Em um ano marcado pela crise política e econômica nacional, Betim parece ter sido atingida em cheio pelo momento.
Aumento da violência, crise na saúde, desemprego e o anúncio antecipado do governo em cancelar todos os eventos no próximo ano deixou a população irritada nas redes sociais.
O ano que antecipa a eleição municipal de 2016, pode servir de aprendizado para que eleitor pense na consequência do seu voto na hora de escolher o seu candidato irá representá-lo na prefeitura e na Câmara.
Acompanhe:
1º Lugar - Rejeição popular - 64,3% dos internautas elegeram Carlaile o pior prefeito nos últimos 20 anos. E 82,4% não votariam nele na próxima eleição.
2º Lugar - Violência - Segundo dados atualizados da Delegacia de Homicídios faltam apenas 2 homicídios para superarmos o número de assassinatos do ano passado.
3º Lugar - Saúde na UTI - Faltam médicos, materiais básicos e medicamentos, postos de atendimento, leitos, farmácias populares, valorização dos profissionais da área e muito mais.
4º Lugar - Nota Zero - A situação que o governo tratou a educação foi uma vergonha. Até o Ministério Público teve que intervir.
5º Lugar - Propaganda pra inglês ver - A prefeitura pagou cerca de R$ 2 milhões reais para veicular uma propaganda fictícia do governo em horário nobre da Globo.
6º Lugar - Caso Pãozinho - Sim, Pãozinho foi preso. Sim, Pãozinho foi solto e vai responder em liberdade. Sim, Pãozinho pode ser caçado. Sim, Pãozinho vai receber o salário sem desconto.
7º Lugar - Racionamento "velado" - A Copasa nega que esteja racionando água, mas Betim foi uma das cidades da RMBH que mais teve o abastecimento suspenso pela estatal.
8º Lugar - Acabou a festa - Pelo terceiro ano consecutivo não teve Betim Rural e Feira da Paz. E para piorar ainda mais, a maioria das festas de 2016 foram suspensas pela prefeitura.
9º Lugar - Desemprego - Quem foi ao Sine Betim apenas gastou passagem de ida e volta. Quase não há vagas e o atendimento além de lento é péssimo. A cidade foi a 3ª que mais demitiu em MG.
10º Lugar - Vendas - Neste ano, o comércio não comprou mercadorias para o Natal com medo de não vender.



